Política

Trump Ordena Ataque à Venezuela: Maduro Capturado e Retirado do País

O ditador socialista Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Flores, foram capturados pelas forças americanas numa operação militar de larga escala que marca o fim de duas décadas de tirania chavista.

3 de janeiro de 2026
Trump Ordena Ataque à Venezuela: Maduro Capturado e Retirado do País

Trump Ordena Ataque à Venezuela: Maduro Capturado e Retirado do País

Na madrugada deste sábado, 3 de Janeiro de 2026, os Estados Unidos da América levaram a cabo aquela que poderá ser a mais significativa operação militar americana na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. O Presidente Donald Trump confirmou, através da sua rede social Truth Social, que Nicolás Maduro e a sua esposa foram capturados e transportados por via aérea para fora do território venezuelano.

Por volta das 02h00 locais (06h00 em Lisboa), múltiplas explosões e o sobrevoo de aeronaves militares foram reportados em Caracas e em várias outras localidades venezuelanas. Os alvos incluíram o Fuerte Tiuna, o maior complexo militar do país e sede do Ministério da Defesa, a Base Aérea Generalísimo Francisco de Miranda, e instalações da Infantaria de Marinha em La Guaira. A operação foi executada pela Força Delta do Exército americano, a principal unidade antiterrorista das Forças Armadas dos Estados Unidos. A precisão do ataque demonstra meses de planeamento meticuloso e recolha de informações.

Trump não escondeu a sua satisfação: descreveu a operação como "brilhante" e elogiou as "grandiosas tropas" envolvidas. Uma conferência de imprensa está agendada para as 11h00 (hora local) em Mar-a-Lago, onde mais detalhes deverão ser revelados.

A reacção do regime foi caótica. A vice-presidente Delcy Rodríguez, que, segundo a Constituição venezuelana, seria a próxima na linha de sucessão, exigiu uma "prova de vida" de Maduro, confirmando implicitamente a captura do ditador. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu rodeado de militares no canal estatal, apelando à calma e reconhecendo que os Estados Unidos tinham alcançado "parcialmente" os seus objectivos.

O governo declarou o "Estado de Comoção Exterior" em todo o território nacional, numa tentativa desesperada de mobilizar a resistência. Contudo, a população não saiu às ruas em defesa do regime, um sinal eloquente do esgotamento da base de apoio chavista após anos de miséria económica e repressão política.

Esta operação não surge do vazio. Desde Agosto de 2025, a administração Trump intensificou dramaticamente a pressão sobre o regime de Maduro:

Recompensa duplicada: A oferta por informações conducentes à captura de Maduro foi aumentada para 50 milhões de dólares, a maior da história americana;

Deslocação naval massiva: Sete navios de guerra e um submarino nuclear foram posicionados no Mar das Caraíbas; Ataques a "narcolanchas": Operações contra embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico venezuelano tornaram-se frequentes;

Declaração terrorista: O Cartel de Los Soles, alegadamente comandado pelo próprio Maduro, foi classificado como organização terrorista.

A justificação legal assenta nas acusações de narcotráfico apresentadas contra Maduro em 2020 pelo tribunal do Distrito Sul de Nova Iorque. O senador republicano Mike Lee, do Utah, afirmou que a operação se enquadra na autoridade constitucional do Presidente para proteger o pessoal americano.

É impossível analisar este acontecimento sem recordar as eleições venezuelanas de 2024, cujos resultados foram denunciados como uma fraude massiva por observadores internacionais e pela oposição liderada por María Corina Machado e Edmundo González. O regime de Maduro, rejeitado pelo seu próprio povo, manteve-se no poder apenas pela força das armas e pelo apoio de regimes como Cuba, Rússia e Irão.

A comunidade internacional, com a notável excepção dos aliados autoritários de Caracas, tinha-se tornado crescentemente hostil ao regime. As sanções multiplicaram-se, o isolamento diplomático aprofundou-se, e a economia venezuelana, outrora a mais próspera da América do Sul, afundou-se num colapso sem precedentes que provocou o êxodo de mais de sete milhões de venezuelanos.

O líder cubano Miguel Díaz-Canel foi dos primeiros a condenar a operação, denunciando um "ataque terrorista" e apelando à "reacção urgente da comunidade internacional". Esperamos reacções semelhantes de Moscovo e Pequim nas próximas horas. Do lado ocidental, o silêncio inicial sugere, no mínimo, uma ausência de surpresa. Vários analistas especulam que aliados europeus e latino-americanos terão sido informados previamente da operação.

O fim do regime de Maduro representa a queda do último bastião do "socialismo do século XXI" na América Latina. A ideologia chavista, que durante duas décadas serviu de modelo para movimentos de esquerda em todo o continente, termina da forma mais ignominiosa possível: com o seu líder capturado como um criminoso comum.

Para os milhões de venezuelanos que fugiram do seu país, e para os que permaneceram sob o jugo da ditadura, este dia marca potencialmente o início de uma nova era. O caminho para a reconstrução será longo e difícil, mas pela primeira vez em mais de duas décadas, a Venezuela tem a possibilidade de escolher o seu próprio destino.

Para o mundo, a mensagem é clara: a era da passividade ocidental face a regimes tirânicos pode estar a chegar ao fim. Donald Trump, que durante o seu primeiro mandato já tinha demonstrado uma postura mais assertiva em questões de segurança hemisférica, provou que as suas advertências não eram mera retórica.